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quinta-feira, 13 de maio de 2021

Getúlio Vargas - resumo quinto ano

 Getúlio Vargas (1883-1954) foi presidente do Brasil. Permaneceu no poder por 19 anos, de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954. A “Era Vargas” foi marcada, ao mesmo tempo, por um regime ditatorial e pela criação de diversos direitos trabalhistas, entre eles, o salário mínimo, a carteira de trabalho e as férias anuais remuneradas. Foi chamado de “o pai dos pobres”.


Getúlio Dornelles Vargas nasceu na cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul, no dia 19 de abril de 1883. Ingressou no 6º. Batalhão de Infantaria de São Borja. Um ano depois foi promovido a sargento. Em 1900 entrou para a Escola Preparatória e de Tática, de Rio Pardo. Em seguida, ingressou no 25.º Batalhão de Infantaria de Porto Alegre.


Logo depois abandonou a vida militar e em 1903 ingressou na faculdade de Direito, em Porto Alegre, concluindo o curso em 1907, voltando em seguida para São Borja, onde passou a advogar.


Iniciação política

Em 1909, Getúlio Vargas ingressou na política como deputado estadual, mas renunciou o cargo por divergências com a política do governador Borges de Medeiros. Voltou à Assembleia Estadual entre 1917 a 1921. Dois anos depois, tornou-se deputado federal e líder da bancada gaúcha na Câmara.


Em 1926 foi nomeado ministro da Fazenda pelo presidente Washington Luís. No entanto, em 1927, deixou o cargo para se candidatar ao governo do Estado do Rio Grande do Sul, pelo Partido Republicano. Vencedor do pleito, Vargas tomou posse em 1928 e formou um governo de coalizão com todas as forças políticas.


A Eleição de 1930 para Presidente do Brasil

Em meio a uma situação de lutas, contestações e queixas, começou em 1929 a campanha eleitoral para a Presidência da República. A sucessão do presidente Washington Luís gerou a crise final da República Velha. Ao apoiar a candidatura de Júlio Prestes em vez de apoiar o mineiro Antônio Carlos, quebrando o compromisso “café com leite”, provocou o rompimento das relações entre Minas e São Paulo.


Minas procurou apoio no Rio Grande do Sul e na Paraíba. Esses três estados formaram um grupo político de oposição, chamado “Aliança Liberal”. Getúlio Vargas foi o candidato da Aliança Liberal para a presidência, e o paraibano João Pessoa, para vice-presidente. Apesar da acirrada campanha, a Aliança Liberal foi derrotada nas eleições de 1930. O vitorioso foi Júlio Prestes, porém não tomou posse.


A Revolução de 30

O resultado da eleição presidencial de 1930 foi favorável a Júlio Prestes e Vital Soares, que não chegaram a tomar posse, pois vinte e dois dias antes de terminar o mandato presidencial de Washington Luís a revolução já estava nas ruas.


No dia 3 de maio, na abertura do Congresso, surgiram sérias divergências entre parlamentares da oposição e a maioria governista. Para agravar a crise, no dia 26 de julho, numa confeitaria do Recife, João Pessoa foi assassinado.


A luta armada começou no Rio Grande do Sul no dia 3 de outubro de 1930 sob a chefia militar de Góis Monteiro, seguindo-se a do Nordeste, sob a chefia de Juarez Távora.


Devido à possibilidade de uma violenta guerra civil que colocaria em risco todo o país, as Forças Armadas depuseram o presidente Washington Luís e formaram uma Junta Militar de Governo, conhecida como Junta Pacificadora, composta pelos generais Tasso Fragoso, Mena Barreto e o almirante Isaías Noronha. A junta entregou o poder, em novembro de 1930, a Getúlio Vargas, chefe civil da rebelião. Era o fim da República Velha.


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